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Consorciados optam mais pelo carro usado


Mais de 84 milhões de trabalhadores formais vão receber o pagamento do 13º salário até 20 de dezembro, além de 34,6 milhões de aposentados e pensionistas do INSS e da União. Nesse post, o Blog da ABAC separou algumas dicas para o consorciado fazer um bom uso desse dinheiro extra que chega no final do ano.

 

Preço mais em conta, valor do seguro e índice de desvalorização menor. Essas são algumas das vantagens buscadas pelos consorciados ao optarem por comprar um carro usado ou seminovo. No Sistema de Consórcios, desde 2012 a comercialização de cotas para aquisição de veículos usados está crescendo acima da de veículos novos.

A partir de 2013, a diferença entre essas modalidades cresceu com mais intensidade, de acordo com dados da Cetip. A categoria de usados cresceu – a média mensal passou de 15.502 naquele ano para 24.566 em 2016 –, enquanto a categoria de veículos novos passou de uma média mensal de 13.160 para 8.839 este ano.

Na avaliação da ABAC, esse movimento se deu pela grande valorização sobre o preço dos carros novos, que aumentaram constante e sistematicamente os seus preços. Além disso, a crise econômica gerou perda do poder de renda dos trabalhadores, incentivando essa migração. E por fim, o desejo de consumidor de preferir um carro usado completo a um novo mais básico.

 

O crescimento mais significativo tem sido registrado no decorrer deste ano. Em 2016, as vendas de carro via consórcio estão crescendo 2,6%, impulsionadas principalmente pela procura do carro usado, que registrou expansão de 11,1%, enquanto as vendas de cotas para carros novos caiu 15,5%. Além da mudança no perfil do consumidor de carro, o mercado de veículos novos só tende a apresentar bons resultados a partir de 2018.

Segundo a Cetip, a maior média mensal de consórcio por regiões para compra do carro usado em 2016 se deu na região Sudeste – 10.180, ante 3.737 de veículos novos. Em seguida, aparece a região Nordeste, com média mensal de 5.314 veículos usados e 2.164 veículos novos, e a região Sul, com média de 4.907 usados e 1.190 novos. Para a assessoria econômica da ABAC, esse desempenho é explicado em virtude do produto consórcio estar mais familiarizado entre os consumidores.

Brasileiro está comprando mais carro usado

Com menos dinheiro no bolso para adquirir o possante ou até mesmo trocar de modelo, a busca pelo carro usado vem crescendo enquanto a venda de veículos novos despenca. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a proporção de comercialização de veículos usados em relação a de veículos novos sobe à medida em que há uma redução na venda de carros novos.

No 1º semestre de 2016, foram comercializados no Brasil cinco veículos usados para cada veículo novo vendido. No ano passado, essa média foi de quatro usados para cada novo vendido. A maior proporção registrada esse ano aconteceu na Região Sul, que contabilizou a venda de seis veículos usados para cada veículo novo. No total, segundo a Fenabrave, o mercado do carro usado comercializou 4,786 milhões de unidades, enquanto o de veículos zero quilômetro alcançou 983,5 mil unidades.

 

Atualizado - Jacson Miguel Stulp/CaseMKT, com informações da



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