
Mais uma vez, o modelo Touareg utilizado pelos quatro pilotos da equipe se mostrou quase imbatível. Foram 12 vitórias nas 13 etapas do Dakar. Apenas o francês Stéphane Peterhansel, da BMW, conseguiu interromper a hegemonia da marca, vencendo a quinta especial dos carros. Assim, além de Nasser e Sainz, o sul-africano Giniel De Villiers completou o pódio dominado pela Volks, terminando como vice-campeão.
Para o vencedor Nasser, primeiro árabe a conquistar o Dakar, a equipe teve participação fundamental no triunfo. “Eu alcancei minha meta maior graças ao melhor carro de rali do mundo e à melhor equipe”, afirmou o campeão, que ainda agradeceu ao seu navegador, o alemão Timo Gottschalk. Com a vitória, a Volks também manteve o seu domínio no Dakar sul-americano.
Desde 2009, quando o rali passou a ser disputado na Argentina e no Chile, a equipe garantiu sempre as duas primeiras posições – apenas em 2009 o norte-americano Robby Gordon foi terceiro, com seu Hummer -, fato que orgulha o atual chefe Kris Nissen. “Estou muito orgulhoso de toda a equipe, tanto os empregados que fizeram esta vitória possível, como os competidores, com seus esforços sobre-humanos”, resumiu Nissen.
Esforço coletivo - Apesar da vitória de Nasser, a expectativa maior era em torno do possível bicampeonato de Sainz. Tudo ia bem para o espanhol até a antepenúltima etapa, quando ele quebrou a suspensão de seu carro, perdeu muito tempo na especial, e viu o companheiro despontar como principal candidato ao título. Neste momento, começou a valer o esforço coletivo da equipe.
Mesmo com a inesperada terceira posição ao fim do Dakar, Sainz valorizou o resultado da Volks. “Estou muito feliz por toda a equipe, que realmente merece esse resultado, e por ter contribuído para isso”, afirmou o piloto. Vice, De Villiers concordou. “Um pódio no Dakar é sempre algo especial. A equipe pode se orgulhar de ficar na primeira, segunda e terceira posições”, disse o sul-africano.
No volante do quarto carro da marca, o norte-americano Mark Miller terminou o Dakar em sexto, mas nem de longe se mostrou decepcionado. Ele lamentou apenas o fato de ter perdido muito tempo logo na segunda etapa. “Nosso papel depois foi o de apoiar nossos companheiros de equipe, uma tarefa que ficamos felizes em realizar”, concluiu Miller.
Leia mais notícias em http://volkswagen.webventure.com.br/home/
Jacson Miguel Stulp - CaseMKT
